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“No Politécnico de Viana do Castelo descobri uma paixão pelo design”
Estudante do Brasil descreve experiência no IPVC
Por Administrador
Publicado em 02/06/2026 08:49
Viana do Castelo
IPVC

Projeto europeu Erasmus+ Food Chase trouxe estudantes brasileiros ao Politécnico de Viana do Castelo. A história de Arthur Duarte

 

            “No Politécnico de Viana do Castelo descobri uma paixão pelo design” | Estudante do Brasil descreve experiência no IPVC

 

Arthur Duarte, estudante mo Instituto Federal de Santa Catarina, Brasil, terminou um período de mobilidade internacional no Politécnico de Viana do Castelo, experiência que descreve como “transformadora” e que lhe permitiu descobrir novas áreas de interesse, contactar com diferentes metodologias de trabalho e conhecer Portugal de norte a sul.

 

Viajado de Florianópolis, no estado brasileiro de Santa Catarina, Arthur Duarte, de 20 anos, chegou ao Politécnico de Viana do Castelo há cerca de três meses ao abrigo de um programa de mobilidade internacional. Estudante do segundo ano do curso de licenciatura em Gestão da Tecnologia da Informação no Instituto Federal de Santa Catarina, regressa agora ao Brasil com novas experiências, amizades e perspetivas para o futuro.

 

Durante a mobilidade, Arthur Duarte desenvolveu trabalho em articulação com o Gabinete de Comunicação e Imagem do Politécnico de Viana do Castelo, depois de uma colaboração inicial ligada a um projeto na área do marketing e da gestão. Foi precisamente neste contexto que acabou por descobrir um interesse crescente pelo design gráfico. “Foi uma experiência muito positiva. Conheci muita gente, aprendi bastante e descobri uma nova área que hoje me desperta muito interesse”, contou o estudante, que esteve em Portugal ao abrigo do programa Erasmus + Food Chase. “No Brasil, o contacto que tinha com o design era mais académico e quase só por obrigação. Aqui, os desafios foram diferentes e comecei realmente a ganhar um gosto especial pela área”, acrescentou.

 

Ao longo destes meses, Arthur destacou também a flexibilidade das metodologias de trabalho encontradas no Politécnico de Viana do Castelo e o ambiente vivido na instituição. “Gostei muito da autonomia e da possibilidade de trabalhar em diferentes espaços. São experiências que acabam por nos fazer crescer muito”, referiu.

 

A experiência em Portugal não se limitou ao contexto académico. Durante a estadia, aproveitou para conhecer várias regiões do país, com passagens por cidades entre Melgaço e o Algarve. “O clima é muito parecido com o da minha região no Brasil, por isso senti-me rapidamente confortável”, explicou.

 

E se há algo que também marcou a experiência portuguesa foi a gastronomia. “O pastel de nata era obrigatório provar. Vim cá basicamente só por ele”, contou entre risos. “E a francesinha surpreendeu-me. Achei que seria menos apimentada, mas gostei bastante”, brincou.

 

A experiência vivida em Viana do Castelo deixou ainda em aberto a possibilidade de regressar a Portugal no futuro. “Gostava muito de voltar para fazer mestrado. Ainda estou a decidir entre a área das tecnologias e o design gráfico, mas esta experiência ajudou-me muito a perceber melhor aquilo que quero para o futuro”, concluiu.

 

Arthur Duarte integrou um grupo de estudantes brasileiros que escolheram o Politécnico de Viana do Castelo para realizar um período de mobilidade internacional, reforçando a crescente dimensão internacional da instituição e a capacidade de atração junto de estudantes de diferentes países.

 

A experiência no Politécnico de Viana do Castelo e a vivência em Portugal foram tão positivas que Arthur Duarte já pensa em regressar e frequentar um mestrado. “Gosto de tecnologias, mas também de design, por isso, a escolha da área ainda é uma zona cinzenta na minha cabeça, mas estou seguro de que quero voltar.”

 

O Food Chase é um projeto que tem como objetivo construir ecossistemas de cadeia alimentar sustentáveis e reduzir os elevados índices de desperdício, que vão desde a produção ao consumo. Num esforço conjunto para combater o desperdício alimentar em toda a Europa, o Politécnico de Viana do Castelo é um dos membros do Food Chase, um projeto financiado pelo Programa Erasmus+, e que tem a missão de construir ecossistemas de cadeia alimentar sustentáveis e reduzir os elevados índices de desperdício, que vão desde a produção ao consumo.

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